Oficina de cartaz da Chapa “Amanhã vai ser outro dia!” no Itaperi (10/05/12)

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Chapa: Amanhã vai ser outro dia! – DCE UECE

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Venham tod@s para a Formação de Chapa do Coletivo Braços Dados!!

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Tod@s convidad@s!!!

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Congresso de Estudantes da UECE

 

As inscrições agora vão até o dia 30/11.

Venha conosco, “dos frutos da crise, semear ousadia e resistência na UECE!”

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Ocupação da Assembléia pelos professores

No dia 5 de agosto, os professores da rede estadual de ensino anunciaram a greve, por serem contra a política do Governo do Estado sobre ao Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos professores. Também a categoria exige que seja cumprida a lei federal do piso mínimo para os professores, em que o Governo do Ceará, foi contra a lei, achando que o salário estipulado pela lei, maior do que o necessário. Foi o único estado a ir contra por esse motivo.

No dia 30 de agosto, o governo conseguiu declarar ilegal a greve dos professores, acusando que o Sindicato não atendeu a Lei de Greve. O que pesou para o Magistrado declarar o fim da greve foi os prejuízos causados à prestação de serviços e ao rendimento escolar de milhares de jovens. É uma pena que o magistério não avalia o prejuízo das péssimas condições de trabalho dos nossos professores.

Na manhã de 1 de setembro,os alunos e professores que ocuparam o hall de entrada do primeiro andar da Casa Legislativa, com latas, tambores, pandeiros e apitos foram recebidos pelo batalhão de choque, não houve confrontos.

Na manhã do dia 23, em assembléia, os professores decidem manter a greve. Na manhã do dia 28 os professores ocuparam a assembléia, depois de 53 dias de greve, em protesto da medida do governador de não atender a Lei Federal. 3 professores decretaram greve de fome. Ainda não está previsto até quando eles ocuparão a assembléia.

Toda essa luta dos professores, também faz parte da luta dos 10% do PIB para a educação e essa luta é para melhorar as condições dos nossos professores e do ensino público. Convocamos todos e a todas para participar dessa manifestação, amanhã ás 10 horas da manhã, na assembléia para dar continuidade a essa luta.

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I Seminário de Formação Política do Braços Dados

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NOTA DE REPÚDIO À HOMOFOBIA NA UECE

O Movimento Estudantil da Universidade Estadual do Ceará, vem, através deste, repudiar o ato de homofobia ocorrido em um dos campi de nossa entidade de ensino – Centro de Humanidades (CH) – ocorrido no dia 01 de agosto de 2011.

No Centro de humanidades da UECE existe uma praça com diversas mesas, onde estava um casal gay se abraçando, nesta mesma ocasião estava acontecendo à matrícula do Núcleo de línguas do CH . Uma mulher, incomodada com a manifestação de carinho entre os rapazes, pediu a um guarda da Universidade que os intimasse a parar com aquilo, segundo essa mulher as pessoas que estavam ali não precisavam se sujeitar àquele tipo de cena. “Coincidentemente” no mesmo lugar havia um casal heterossexual se abraçando e se beijando que não receberam a mesma advertência que o casal homossexual tomou.

Atitudes como essas baseadas na ideia de heteronormatividade (ideia que concebe a heterossexualidade a única orientação sexual normal) além de causar graves constrangimentos às suas vítimas, podem desencadear uma série de outras manifestações de violência fundamentadas pelo ódio.

Perceber a universidade, como espaço de produção e multiplicação dos saberes, é fundamental para que possamos desconstruir a ideia da heterossexualidade como única forma de expressar/vivermos nossa sexualidade. A universidade deve assumir o compromisso de formar cidadãos operadores do respeito ao ser humano. Assim, entendemos e acreditamos em uma universidade capaz de formar cidadãos livres de preconceitos que possam vir a oprimir seu pares e que contribua permanentemente para a construção de uma nova sociabilidade humanamente emancipada.

Portanto, entendemos que o debate é político e que o combate a toda forma de opressão por orientação sexual (homofobia, lesbofobia e transfobia), deve ser combatido e se intensificar no espaço acadêmico ganhando visibilidade e expressão na sociedade.

Entendemos também que cabe à administração da instituição tomar as medidas necessárias no sentido de promover a sensibilização dos corpos docente, discente e técnico-administrativo, em relação ao respeito à diversidade sexual e humana. Sendo dever da UECE promover discussões que levem ao entendimento de que a universidade é negra, amarela, verde, azul, laranja, enfim que a Universidade é diversa.

Não aceitaremos que atos como esses se repitam em nossa Universidade, o movimento estudantil continuará denunciando e cobrando as medidas necessárias para que atitudes preconceituosas como a que ocorreu no CH não se repitam, pois representam atitudes machista e fundamentadas numa cultural arcaica e patriarcal que não cabe nem dentro e nem fora da universidade.

Pela aprovação do PLC 122 já!
Pela livre expressão de orientação sexual;
Pela livre expressão de identidade de gênero;
Pelo fim do fundamentalismo religioso;
Contra a homofobia, a lesbofobia e a transfobia;
Contra a heteronormatividade.
 
 
Assinam essa nota:
  • Diretório Central dos Estudantes – UECE
  • Coletivo Braços Dados
  • Coletivo Canto Geral
  • Centro Acadêmico de Ciências Sociais UECE
  • Centro Acadêmico de Serviço Social UECE
  • Centro Acadêmico de Filosofia UECE
  • Centro Acadêmico de História UECE

Por um mundo sem Racismo, Machismo e Homofobia”

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Belo Monte

No ano de 1979, os técnicos federais  terminaram a análise do rio Xingu e rio Iriri, e analisaram que era viável a construção de uma hidrelétrica naquela região, porém com  a construção de Itaipu e analise dos danos sociais e ambientais causados no rio Paraná, o projeto de Belo Monte foi arquivado.

Durante o governo Sarney, houve uma tentativa de construção da hidrelétrica, porém o plano original causaria muitos danos ambientais e o custo da obra acabou  inviabilizando-a. Contou nessa decisão o forte protesto das comunidades indígenas, que conseguiram  apoio internacional, após  o 1º Encontro dos Povos Indígenas do Xingu.

Após o apagão ocorrido durante o governo do Fernando Henrique Cardoso, abriu-se novamente a discussão sobre a construção da hidrelétrica e foi tirada uma consultoria para definir o projeto da obra, que a inviabilizou. No ano de 2002, o então candidato a presidência, Luiz Inácio Lula, redige um documento intitulado “O Lugar da Amazônia no Desenvolvimento do Brasil”, que questiona as obras de belo monte.

Em 2007 são reabertos os processos de analise da obra, porém os índios entram em confronto com os técnicos que lá estavam ferindo o técnico Paulo Fernando Rezende. Após isso, os índios redigem a “Carta Xingu Vivo para sempre”, que colocam as todas as contestações dos indígenas.

Em 2009 é reaberto o processo de analise do Vale do Xingu e no começo do ano seguinte, é feito o leilão da hidrelétrica. E no ano de 2011 o Ibama concede a permissão para o inicio das obras da hidrelétrica.

Para o governo atual, a hidrelétrica de Belo Monte, é a obra mais cara do projeto e aquele que o governo sente a maior necessidade de aprová-lo o quanto antes porque, segundo eles, a construção dessa hidrelétrica irá diminuir bastante o custo da energia além de atrair investimentos na região. Com isso o governo terá a energia necessária para continuar o PAC sem ameaças de falta de energia no pais.

O projeto da usina, vem de acordo com a política nacional de reduzir as emissões de CO2 entre 36,1% e  38,9% até 2020, assinado na COP15. A hidrelétrica ajudará a manter a posição atual do Brasil como uma das matrizes energéticas mais limpas de todos os países industrializados, com 46% da energia proveniente de fontes renováveis.

A produção de energia de Belo Monte, produzirá energia suficiente para abastecer a todo consumo de energia 18 milhões de habitantes ou o equivalente a toda a energia consumida pela argentina.

Mas, se o país investisse o dinheiro de Belo Monte, em iniciativas de aumentar a produção de energia eólica e biomassa, seria equivalente ao dobro de energia produzida por Belo Monte, a um menor preço ao consumidor. Caso esse dinheiro fosse investido em produção de energia solar, seria produzida muito mais energia.

O IBAMA autoriza a construção da hidrelétrica sobre os seguintes termos: O Consorcio Norte Energia (NESA) terá que investir em ações para controlar crimes ambientais, como trafico de animais silvestres, e investir R$ 100 milhões em unidades de conservação na bacia do Xingu e pelo projeto, Belo monte afirma que está de acordo com as políticas de desenvolvimento sustentável e assegura uso racional dos recursos renováveis.

Porem, o Ibama não calcula os seguintes danos, calculados pelo Estudo de Impacto Ambiental(EIA) no  ecossistema que será destruído pela inundação da hidrelétrica e também  por causa da alteração dos limites dos parques nacionais da Amazônia, do tipo Unidade de conservação, que é o modelo mais conserva a biodiversidade do local, assinado por uma medida provisória da presidente Dilma Rousseff, sendo assim a construção da obra afetará não só o Vale do Xingu, mas também essas áreas.

Fora que não estão previstos os danos causados pelos 100 mil trabalhadores que irão ir para a região devido à construção da hidrelétrica, desmatando mais as regiões ao redor do vale, onde estão localizados 3 UC e os estudos atuais, não avaliam os  danos causados a população  indígena, local, que teria que remanejada para outra área e perderia o acesso ao rio Xingu, onde, por gerações, eles desenvolveram  técnicas próprias de pesca a esse local, como perderia também todo o acesso a essa região, quer seria tomada por trabalhadores das obras, onde os índios estão acostumados a praticar caça e construção da aldeia.

Diante do exposto nesse texto, convidamos todos e tod@s para participar do ato internacional contra Belo Monte que ocorrerá no dia 20 em varias capitais do Brasil, e aqui no Ceará ocorrerá em fortaleza, com a concentração na Praça do Ferreira às 13 horas. Mais informações: http://www.xinguvivo.org.br/acao/

Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-usina-belo-monte/meio-ambiente-usina-belo-monte-7.php; http://economia.ig.com.br/ibama+autoriza+instalacao+da+usina+de+belo+monte/n1596994061653.html; http://www.xinguvivo.org.br/2011/08/16/dilma-muda-limite-de-unidades-de-conservacao-para-abrigar-hidreletricas/; http://www.problemasambientais.com.br/impactos-ambientais/hidreletrica-de-belo-monte-impactos-ambientais/; http://www.socioambiental.org/esp/bm/ppl.asp; http://www.blogbelomonte.com.br/usina-belo-monte/; http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/A-feia-historia-de-Belo-Monte/; http://www.xinguvivo.org.br/acao/

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